
"O perfeccionismo dela chega a ser comovente"
Moogie Canazio é um profissional que qualquer cantor adora ter ao lado no estúdio de gravação. Radicado há 18 anos em Los Angeles, este produtor musical e engenheiro de som tem em seu currículo trabalhos com João Gilberto, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Sérgio Mendes, Barbra Streisand e Diana Ross. Para Sandy e Junior ele produziu quatro discos: Quatro Estações Ao Vivo, a grande virada da dupla, quando ajudou a trocar o repertório infantil pelo pop contemporâneo; Sandy e Junior, que confirmou o caminho pop da dupla; co-produziu oito faixas do primeiro CD internacional dos cantores, lançado na Europa e nas Américas; e também o CD e DVD do show gravado ao vivo no Maracanã. Ninguém melhor do que Moogie, hoje em dia íntimo da família, para contar como Sandy se comporta durante as gravações.
Moogie Canazio é um profissional que qualquer cantor adora ter ao lado no estúdio de gravação. Radicado há 18 anos em Los Angeles, este produtor musical e engenheiro de som tem em seu currículo trabalhos com João Gilberto, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Sérgio Mendes, Barbra Streisand e Diana Ross. Para Sandy e Junior ele produziu quatro discos: Quatro Estações Ao Vivo, a grande virada da dupla, quando ajudou a trocar o repertório infantil pelo pop contemporâneo; Sandy e Junior, que confirmou o caminho pop da dupla; co-produziu oito faixas do primeiro CD internacional dos cantores, lançado na Europa e nas Américas; e também o CD e DVD do show gravado ao vivo no Maracanã. Ninguém melhor do que Moogie, hoje em dia íntimo da família, para contar como Sandy se comporta durante as gravações.
"A Sandy tem uma característica que observo em todas as estrelas: é extremamente exigente com sua performance. Chega a ser comovente. Lembro-me de entrarmos madrugada adentro no estúdio e ela acordar depois de um breve descanso, preocupada em continuar. Sandy não usa a tecnologia para cortar caminho ou criar atalhos. Pelo contrário. Faz questão de desempenhar da melhor maneira possível o que está gravando. Democraticamente quando quer impugnar o caminho pelo qual seguimos, tenta fazer valer sua opinião com muito tato e carinho. 'Vamos tentar outra coisa?', costuma dizer. Isso é muito bom. Na verdade, Sandy e Junior trabalham sem saber que estão trabalhando. Nasceram na coxia e começaram crianças num programa do Lima Duarte. O Chitão e o Xororó iam se apresentar e levaram as crianças. O Junior então disse que cantaria se ganhasse um troféu, a carreira deles deslanchou. A mãe de Noely fazia parte de uma dupla e a própria Noely cantou com a mãe. Muitas vezes ela dá uma sugestão bem intuitiva que acaba sendo a coisa mais certa a fazer.
Só vi Sandy de mau humor uma única vez. Quando quebraram uma regra de ouro, pela qual ela nunca deve ser interrompida durante uma gravação. Ou melhor, quando deixaram de quebrar esse regra, que, como toda regra, tem pelo menos uma exceção. A Dagmar, que cozinha para eles, costuma mandar sempre um lanchinho para o estúdio. Certa vez mandou pão de queijo, e como a gravação não foi interrompida, o pão de queijo esfriou. Sandy não gostou. "Por favor, é muito importante que vocês saibam. Quando chegar pão de queijo, a gravação deve parar imediatamente". reclamou. Pão de queijo, para ela, só quentinho. Sandy, "I love you".
NOELY - Mãe
"A Sandy se parece comigo fisicamente, mas herdou a natureza do pai. Ninguém consegue dobrá-la. Quando foi convidada para fazer a novela Estrela Guia todos nós achamos que não era a hora. Mas ela alegou que precisava viver essa experiência e não teve jeito. Em pequena dava muito
trabalho para comer. Demorava tanto que dormia. Hoje, come muito, dando preferência para camarão, peixe grelhado e penne aI sugo com mussarela de búfala. Tem paixão por cozinha. Faz ótimos bolos e costuma cozinhar na casa das amigas. Outro dia, me contaram que ela fez uma macarronada com molho natural na casa de uma delas.
Outro lado desconhecido da Sandy é o de ótima manicure. Faz as unhas das amigas e, no colégio, tirava a sobrancelha das colegas. Todo mundo costuma dizer que a Sandy é uma princesinha, uma boneca feminina, meiga e frágil. Mas de frágil ela não tem nada. É determinada e sabe o que quer. Quando era pequena e as coisas não iam bem, ameaçava ir embora. Estamos comprando uma casa nova e conversei com meus filhos que a intenção é dar mais conforto a todos. Mas ela me avisou que um dia vai embora mesmo. Quer morar perto, mas sozinha. .
A Sandy sempre foi muito responsável. Imagina que quando tinha oito anos, faltou luz em casa e o rádio-relógio não me despertou. Mas ela tinha um relogiozinho de pilha. Acordou, fez o café, preparou a lancheira, acordou o Junior e deixou um bilhete: 'Desculpa a bagunça mas não deu tempo de arrumar'."
XORORÓ - Pai
"Sandy é o orgulho do pai. O engraçado é que se parece com a mãe mas tem o lado forte do pai. Brinco que isso é muito legal. Nunca precisou levar uma bronca. A gente sempre conversou muito e partir para a ignorância não foi necessário. Quando era preciso dizer um não explicávamos o por quê, com calma e paciência. Isso vai moldando a personalidade.
Sempre fomos muito amigos. Há pouco tempo, assistindo algumas fitas que mostravam momentos da família, relembramos muitas coisas. Constatei a qualidade do pouco tempo de convívio que tínhamos, pois num só ano, por exemplo, fiz 287 shows. Meus filhos entendiam, porque o tempo que tinha para eles era de brincadeiras e conversas. Rolávamos no chão, jogávamos bola no quintal e viajávamos de férias pelo litoral do Brasil.
A música sempre esteve presente em nossa casa. Há pouco tempo eu estava compondo no violão, no estúdio que tenho em casa, a Sandy chegou, deitou a cabeça em meu colo e ficou com os olhos cheios d'água. Disse estar se lembrando de quando era pequena – tinha três anos - eu tocava e ela cantava.
Quando terminei de tocar, perguntei o que achava da música. Ela falou que não gostava de determinada frase, subiu e escreveu um cartão maravilhoso, em que lembrava a infância e a emoção de, agora, eu pedir sua opinião. Porque hoje ela me ensina muito. O legal de ser pai é isso. Eu hoje escuto rock e sou fã do Lenny Kravitz. Meus filhos sempre compram dois CDs iguais. Para eles e para mim. De uns cinco anos para cá ouço muito o que o Juninho ouve.
Um caso engraçado e curioso aconteceu em janeiro, durante as férias na fazenda. Eu nunca fumei e bebi. Experimentei, mas não gostei. Mas a Sandy me falou que gostaria de saber como é tomar um porre. Achei que era o momento. Preparei uma caipirinha para ela e disse que iria beber o mesmo. A Sandy bebia e dizia não estar sentindo nada. Até que se levantou e tudo rodou. Passamos mal. Conto isso porque acho que para julgar, é preciso experimentar. Foi uma brincadeira que serviu de lição."
Só vi Sandy de mau humor uma única vez. Quando quebraram uma regra de ouro, pela qual ela nunca deve ser interrompida durante uma gravação. Ou melhor, quando deixaram de quebrar esse regra, que, como toda regra, tem pelo menos uma exceção. A Dagmar, que cozinha para eles, costuma mandar sempre um lanchinho para o estúdio. Certa vez mandou pão de queijo, e como a gravação não foi interrompida, o pão de queijo esfriou. Sandy não gostou. "Por favor, é muito importante que vocês saibam. Quando chegar pão de queijo, a gravação deve parar imediatamente". reclamou. Pão de queijo, para ela, só quentinho. Sandy, "I love you".
NOELY - Mãe
"A Sandy se parece comigo fisicamente, mas herdou a natureza do pai. Ninguém consegue dobrá-la. Quando foi convidada para fazer a novela Estrela Guia todos nós achamos que não era a hora. Mas ela alegou que precisava viver essa experiência e não teve jeito. Em pequena dava muito
trabalho para comer. Demorava tanto que dormia. Hoje, come muito, dando preferência para camarão, peixe grelhado e penne aI sugo com mussarela de búfala. Tem paixão por cozinha. Faz ótimos bolos e costuma cozinhar na casa das amigas. Outro dia, me contaram que ela fez uma macarronada com molho natural na casa de uma delas.Outro lado desconhecido da Sandy é o de ótima manicure. Faz as unhas das amigas e, no colégio, tirava a sobrancelha das colegas. Todo mundo costuma dizer que a Sandy é uma princesinha, uma boneca feminina, meiga e frágil. Mas de frágil ela não tem nada. É determinada e sabe o que quer. Quando era pequena e as coisas não iam bem, ameaçava ir embora. Estamos comprando uma casa nova e conversei com meus filhos que a intenção é dar mais conforto a todos. Mas ela me avisou que um dia vai embora mesmo. Quer morar perto, mas sozinha. .
A Sandy sempre foi muito responsável. Imagina que quando tinha oito anos, faltou luz em casa e o rádio-relógio não me despertou. Mas ela tinha um relogiozinho de pilha. Acordou, fez o café, preparou a lancheira, acordou o Junior e deixou um bilhete: 'Desculpa a bagunça mas não deu tempo de arrumar'."
XORORÓ - Pai
"Sandy é o orgulho do pai. O engraçado é que se parece com a mãe mas tem o lado forte do pai. Brinco que isso é muito legal. Nunca precisou levar uma bronca. A gente sempre conversou muito e partir para a ignorância não foi necessário. Quando era preciso dizer um não explicávamos o por quê, com calma e paciência. Isso vai moldando a personalidade.
Sempre fomos muito amigos. Há pouco tempo, assistindo algumas fitas que mostravam momentos da família, relembramos muitas coisas. Constatei a qualidade do pouco tempo de convívio que tínhamos, pois num só ano, por exemplo, fiz 287 shows. Meus filhos entendiam, porque o tempo que tinha para eles era de brincadeiras e conversas. Rolávamos no chão, jogávamos bola no quintal e viajávamos de férias pelo litoral do Brasil.A música sempre esteve presente em nossa casa. Há pouco tempo eu estava compondo no violão, no estúdio que tenho em casa, a Sandy chegou, deitou a cabeça em meu colo e ficou com os olhos cheios d'água. Disse estar se lembrando de quando era pequena – tinha três anos - eu tocava e ela cantava.
Quando terminei de tocar, perguntei o que achava da música. Ela falou que não gostava de determinada frase, subiu e escreveu um cartão maravilhoso, em que lembrava a infância e a emoção de, agora, eu pedir sua opinião. Porque hoje ela me ensina muito. O legal de ser pai é isso. Eu hoje escuto rock e sou fã do Lenny Kravitz. Meus filhos sempre compram dois CDs iguais. Para eles e para mim. De uns cinco anos para cá ouço muito o que o Juninho ouve.
Um caso engraçado e curioso aconteceu em janeiro, durante as férias na fazenda. Eu nunca fumei e bebi. Experimentei, mas não gostei. Mas a Sandy me falou que gostaria de saber como é tomar um porre. Achei que era o momento. Preparei uma caipirinha para ela e disse que iria beber o mesmo. A Sandy bebia e dizia não estar sentindo nada. Até que se levantou e tudo rodou. Passamos mal. Conto isso porque acho que para julgar, é preciso experimentar. Foi uma brincadeira que serviu de lição."
JUNIOR – irmão
“Sou sossegado, mas de vez em quando, eu e a Sandy temos umas briguinhas. Tiro sarro dela o tempo todo. Vivo azucrinando. Uma vez, na fazenda – tínhamos seis e sete anos – convidei-a para andar num trator pequeno, roçador de grama com uma carretinha atrás. Eu já dirigia e ela era parceira na bagunça. A Sandy se arrumou toda, botou uma calça pink combinando com a sandaliazinha da mesma cor, batom e veio me encontrar. Como tinha chovido, parei com a roda traseira numa poça e acelerei. Ela ficou parecendo um dálmata, enlameada e furiosa. Hoje faço coisas mais leves. Mas o legal é que ela topa as brincadeiras. Quem acaba de conhecer a Sandy acha que é uma santinha e fica surpreendido com seu lado moleque.
No trabalho temos uma sintonia grande. Além de irmãos, trabalhando juntos há muito tempo. Muitas vezes acontecem coincidências incríveis. Se temos que gravar uma musica, costumamos ouvi-la antes, cada um no seu quarto ou no seu banheiro. Mas na hora da gravação, fazemos as mesmas firulas. É muito bacana para shows ao vivo, porque nos entendemos com um olhar. Sandy prefere músicas mais calmas. Adora Norah Jones, piano e voz, e já prometi que quando tivermos um repertório legal, eu faço um disco com ela de piano e voz. Mas tem um lado que a galera não conhece: a paixão da Sandy por rock. Às vezes vou chamá-la para almoçar e encontro-a ouvindo rock pauleira. Evanescence e Big Train. Então, apesar de diferentes, a gente acaba se completando.
Tenho um pouco de ciúmes dela, mas é uma coisa bem saudável. Não sou aquele irmão chato, mas cuidadoso, com ela e com minha mãe, principalmente quando meu pai está viajando. Diria que tenho um ciúme light. É difícil ela sair do sério. Acontece quando entro em seu quarto com sapatos. Ela tem um carpete claro e toma cuidado para não sujar. Outra coisa é a cama, sempre arrumadinha. Se eu sento, ela reclama. Me aconselho muito com ela. Muitas vezes ficamos até as três da manhã conversando. E ela faz um bolo de chocolate branco excelente. Outro dia fez outro que não deu certo. O bom mesmo é o de chocolate.
Não dá para a gente andar em shopping, mas vamos muito ao cinema. Entramos quando as luzes já se apagaram. Ela gosta de drama e romance. Entre seus filmes favoritos me lembro de As Pontes de Madison, Cidade dos Anjos e Moulin Rouge. Sandy pode também ser muito divertida e surgir inesperadamente com uma idéia engraçada. No ano passado, gravávamos um programa de televisão e o cenário tinha um prédio pequeno. No intervalo ela surgiu na janela do prédio, com uma peruca loura imitando a Shakira, dançando e cantando. Imitou tão bem que a galera veio abaixo."
STELA JORGE - Melhor amiga
"Nós nos conhecemos com 11 anos, na 5ª série do colégio. Nunca deixamos de nos falar quase todos os dias e costumo passar o réveillon na fazenda com a família. A vida da Sandy é corrida, mas ela está sempre pronta para me ajudar em qualquer situação.
Sandy é superinteligente e sempre tirou notas altas, de nove para cima. Sentava-se na primeira carteira da sala de aula e estava sempre concentrada na professora. Às vezes dava uma lida rápida nos resumos que fazia da matéria e ia muito bem nas provas. Quando o pessoal do colégio montava um pequeno palco no bar, ela cantava umas duas músicas. Era muito gostoso e animado.”
“Sou sossegado, mas de vez em quando, eu e a Sandy temos umas briguinhas. Tiro sarro dela o tempo todo. Vivo azucrinando. Uma vez, na fazenda – tínhamos seis e sete anos – convidei-a para andar num trator pequeno, roçador de grama com uma carretinha atrás. Eu já dirigia e ela era parceira na bagunça. A Sandy se arrumou toda, botou uma calça pink combinando com a sandaliazinha da mesma cor, batom e veio me encontrar. Como tinha chovido, parei com a roda traseira numa poça e acelerei. Ela ficou parecendo um dálmata, enlameada e furiosa. Hoje faço coisas mais leves. Mas o legal é que ela topa as brincadeiras. Quem acaba de conhecer a Sandy acha que é uma santinha e fica surpreendido com seu lado moleque.

No trabalho temos uma sintonia grande. Além de irmãos, trabalhando juntos há muito tempo. Muitas vezes acontecem coincidências incríveis. Se temos que gravar uma musica, costumamos ouvi-la antes, cada um no seu quarto ou no seu banheiro. Mas na hora da gravação, fazemos as mesmas firulas. É muito bacana para shows ao vivo, porque nos entendemos com um olhar. Sandy prefere músicas mais calmas. Adora Norah Jones, piano e voz, e já prometi que quando tivermos um repertório legal, eu faço um disco com ela de piano e voz. Mas tem um lado que a galera não conhece: a paixão da Sandy por rock. Às vezes vou chamá-la para almoçar e encontro-a ouvindo rock pauleira. Evanescence e Big Train. Então, apesar de diferentes, a gente acaba se completando.
Tenho um pouco de ciúmes dela, mas é uma coisa bem saudável. Não sou aquele irmão chato, mas cuidadoso, com ela e com minha mãe, principalmente quando meu pai está viajando. Diria que tenho um ciúme light. É difícil ela sair do sério. Acontece quando entro em seu quarto com sapatos. Ela tem um carpete claro e toma cuidado para não sujar. Outra coisa é a cama, sempre arrumadinha. Se eu sento, ela reclama. Me aconselho muito com ela. Muitas vezes ficamos até as três da manhã conversando. E ela faz um bolo de chocolate branco excelente. Outro dia fez outro que não deu certo. O bom mesmo é o de chocolate.
Não dá para a gente andar em shopping, mas vamos muito ao cinema. Entramos quando as luzes já se apagaram. Ela gosta de drama e romance. Entre seus filmes favoritos me lembro de As Pontes de Madison, Cidade dos Anjos e Moulin Rouge. Sandy pode também ser muito divertida e surgir inesperadamente com uma idéia engraçada. No ano passado, gravávamos um programa de televisão e o cenário tinha um prédio pequeno. No intervalo ela surgiu na janela do prédio, com uma peruca loura imitando a Shakira, dançando e cantando. Imitou tão bem que a galera veio abaixo."
STELA JORGE - Melhor amiga
"Nós nos conhecemos com 11 anos, na 5ª série do colégio. Nunca deixamos de nos falar quase todos os dias e costumo passar o réveillon na fazenda com a família. A vida da Sandy é corrida, mas ela está sempre pronta para me ajudar em qualquer situação.
Sandy é superinteligente e sempre tirou notas altas, de nove para cima. Sentava-se na primeira carteira da sala de aula e estava sempre concentrada na professora. Às vezes dava uma lida rápida nos resumos que fazia da matéria e ia muito bem nas provas. Quando o pessoal do colégio montava um pequeno palco no bar, ela cantava umas duas músicas. Era muito gostoso e animado.”

"Poucas quadras separam as casas das duas na cidade de Campinas, SP. Mas não foi isso que as aproximou, Há sete anos elas estudam na mesma classe do colégio Notre Damme. A amizade, no entanto, só começou a ficar mais profunda há quatro anos, quando participaram do mesmo grupo de trabalho. Ali, descobriram que têm muito em comum. Por exemplo, que são alunas aplicadas, que gostam de filme e músicas românticas, que odeiam fofoquinha e fuxicos...Dessa descoberta em diante, elas se falam quase todos os dias. Desde que conheceu Stella, Sandy não se preocupa quando, por causa da carreira, tem de faltar às aulas. "Ela me empresta os cadernos e prepara a matéria pra mim", conta. Essa troca se estene por quase tudo. "A Sandy me ajudou muito quando o meu avô morreu", lembra Stella, que também aconselha a amiga em muitos assuntos. Não é porque Sandy é famosa e tem milhares de adolescentes loucas para ser sua amiga que Stella maneira nas críticas: "Não me calo se acho que alguma coisa está errada". Sandy adora essa sinceridade: "A verdade deve ser dita, mesmo q magoe". Ao lado da amiga, um ano mais velha, Sandy é uma adolescente como qualquer outra. Quando elas estão juntas, navegam na internetm comem pipoca na frente da TV e falam quilos de "abobrinhas". "Me sinto muito bem ao lado dela, Stella me faz sorrir", diz a cantora. Perto da amiga, Sandy se esquece que é famosa. EM janeiro desde ano, emocionou-se com uma festa surpresa de aniversário que a amiga produziu. "Toda a decoração era Sandy e Júnior, foi demais, lembra. Elas sabe que o fim do ano não será problema para nenhuma das duas. De dezembro em diante, já não estarão na mesma classe. Ao receber o diploma do colegial, Stella vai se dedicar ao vestibular para medicina. Sandy, de seu lado, ainda não decidiu o que vai fazer. Elas estão tristes, mas sabem que isso não é o fim do mundo. Sentem que a amizade dela é mais forte que a distância. E se comprometem a cultivá-la para o resto de suas vidas. "Só de ouvir a sua voz, sei quando a Sandy está triste", diz Stella. "Sinto quando Stella precisa de mim", garante Sandy. "
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